
Lá nos exteriores não se fala em outra coisa, a não ser a guerra entre traficantes e policiais no Rio de Janeiro, já aqui em Apodi, não se fala em outra coisa a não ser a possível CPI dos Royalts – opa será que é assim que se escreve? Ta bom, já que as autoridades aqui podem ser comparadas com m..., depois disso tudo pode. – desde que os vereadores ameaçaram entrar com o inquérito, tem gente com os nervos à flor da pele.
Mais paciência, tudo tem uma solução, já dizia um velho amigo.
Diga-se de passagem, que isso já não é mais novidade, mais acredito que vai dar em bolo, muita enrolarão e nada resolvido, igualzinho ao leite e as feiras, muito mal distribuídas a meu ver.
Mais, vamos lá, o prazo está se esgotando e a prefeitura de Apodi funciona a todo vapor para entregar a tempo a “prestação de contas” dos Royalts, que somam mais de três milhões de reais, uma quantia significante, para uma cidade que não tem aparentemente nada de investimento.
A educação é uma vergonha, as estradas uma decepção, as políticas de saúde nem se fala, as políticas de gênero xiiii.... É melhor nem falar, pois quero só ver onde está todo dinheiro.
Daqui até quinta, muitas ‘raposas’ vão andar e sabe lá o que vem por ai.
Aguardemos então.
Jerlandio Moreira
Mais paciência, tudo tem uma solução, já dizia um velho amigo.
Diga-se de passagem, que isso já não é mais novidade, mais acredito que vai dar em bolo, muita enrolarão e nada resolvido, igualzinho ao leite e as feiras, muito mal distribuídas a meu ver.
Mais, vamos lá, o prazo está se esgotando e a prefeitura de Apodi funciona a todo vapor para entregar a tempo a “prestação de contas” dos Royalts, que somam mais de três milhões de reais, uma quantia significante, para uma cidade que não tem aparentemente nada de investimento.
A educação é uma vergonha, as estradas uma decepção, as políticas de saúde nem se fala, as políticas de gênero xiiii.... É melhor nem falar, pois quero só ver onde está todo dinheiro.
Daqui até quinta, muitas ‘raposas’ vão andar e sabe lá o que vem por ai.
Aguardemos então.
Jerlandio Moreira
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